Ervas aromáticas, um delicioso tempero!

O olfato e o paladar são sentidos fundamentais ao consumir um alimento. Para apreciarmos um bom prato é necessário que ele tenha uma boa aparência, que seja colorido e perfumumado, tornando-o apetitoso.

As ervas aromáticas são plantas utilizadas como aromatizantes, das quais utilizamos as folhas, sementes e flores. Podem ser acrescentadas em diversas preparações, decorando, modificando a aparência visual e tornando os pratos mais temperados, atraentes e requintados.

. Um ponto importante é saber dosar a quantidade utilizada, pois algumas ervas possuem sabor acentuado, podendo prejudicar o sabor verdadeiro do alimento.

Devem ser utilizadas frescas, com exceção do orégano que por alguma razão tem seu perfume potencializado quando usado seco.

As ervas aromáticas possuem pouquíssimas calorias e podem ser adicionadas nas preparações, reduzindo a quantidade de sal. Por isso podemos ter criatividade, variar e fazer pratos deliciosos!

COMO ARMAZENAR AS ERVAS

Como não se conservam por muito tempo, as ervas frescas devem ser usadas logo que colhidas.

Para guardar por 1 ou 2 dias, coloque as ervas picadas em sacos plásticos dentro da geladeira, as mais delicadas como o mangericão devem ser embrulhadas em papel-toalha levemente umidecido antes de ensacar.

Para secar: Pendure pelos cabos em local seco e bem ventilado. Essa posição concentra os sabores nas folhas. Depois de secas guarde-as em recipientes fechados a vácuo.

As ervas frescas podem ser congeladas com excelentes resultados.

Tire as folhas dos talos e pique-as (louro, alecrim, sálvia e tomilho não devem ser picados, somente mantidos com o talo curto).

Coloque as ervas picadas em frmas de gelo, cubra com àgua gelada e congele. Quando os cubos tiverem formados, tire das formas e guarde em sacos plásticos no freezer. Os raminhos de ervas devem ser congelados como são em recipientes fechados a vácuo.
*texto adaptado do livro: Le Cordon Bleu: Todas as Técnicas de Culinária

Vejam algumas características das ervas mais utilizadas por nós.

Alecrim

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Rosmarinum oficiais

Com sabor fresco e doce, é recomendado no preparo de carnes, principalmente carne suína e Carneiro, de batatas e manteigas aromatizadas.
Seus ramos podem ser usados na decoração de pratos.
Originário do mediterrâneo, é símbolo da fertilidade e, na idade média, era usado par purificar o quarto de doentes. Como seu aroma é estimulante, os estudantes gregos usavam ramos nos cabelos para alertar a memória durante os exames.

ENDRO OU DILL

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Anethum graveolens

Com sabor suave e agradável, o dill é usado em arroz, sopas, saladas e peixes na forma de folhas frescais ou. Sementes.

Nos países escandinavos, o endro tem a mesma importância que o orégano na culinária italiana.

O endro é originário do Egito, mas foi amplamente usado pelos antigos romanos. Os gladiadores costumavam usar a erva em sua alimentação por acreditarem que ela aumentava a força física.
A erva era tão valorizada na antigüidade que os hebreus pagavam o dízimo religioso com o endro.

MANJERONA

Origanum majorana
Erva muito popular na culinária grega e italiana, é usada no preparo de carnes, sopas, molhos de tomate, pizzas, no tempero de óleos e vinagres. Batatas, pratos com queijo e omeletes ganham um toque especial, quando aromatizados com essa erva.
É originária do mediterrâneo. É considerada uma planta mágica, muitas vezes utilizada para fortalecer o amor e proteger a casa.

ORÉGANO
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Origanum vulgare
Possui sabor aromático e forte, combina muito bem com tomate fresco, molhos de tomate, omeletes, assados, pizzas e pratos com queijo. O orégano é a erva usada mais desidratada do que fresca.
É originária do mediterrâneo, na Grécia antiga era utilizada mais em óleos pós banhos do que na culinária.

SALVIA
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Saliva officinalis
Possui folhas aveludadas, com sabor delicado e aroma de cânfora, a salvia é usada nas culinárias alemã e escandinava no preparo de salsichas e carnes ricas em gordura. Nas outras cozinhas, a erva dá um toque especial nos pães, molhos, carnes bovina e suína, aves peixes,Carneiro e caças, quebrando o sabor adocicado de algumas carnes.
Erva que possui grande capacidade terapêutica, daí o nome recebido salvare, que significa salvar.
É originária da região do mediterrâneo, onde nasce espontaneamente numa variedade infinita de cores e perfumes.
Na mitologia, a sálvia aparece sempre como um escudo contra o mau olhado e olho gordo.

TOMILHO

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Thymus vulgaris

De aroma e sabor deliciosos, o tomilho combina com ensopados, marinados, peixes e molhos à base de vinho.
É parte essencial do famosos Herbes de Provence, tempero francês com várias ervas.
Na Grécia antiga, o tomilho era usado para estimular os guerreiros, dando-lhes coragem antes das batalhas.
No antigo Egito, a erva era usada no processo de embalsamento dos corpos.
É originário dos países que circundam o mediterrâneo.

HORTELÃ

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Mentia piperita
De todas as ervas aromáticas, talvez a das mentais seja a mais conhecida. Seu perfume é inconfundível e, apesar das centenas de tipos existentes, suas propriedades maravilhosas são felizmente comuns a quase todas, o que facilita o seu uso.
Uso culinário: erva perfumada e aromática muito usada no preparo de chás, assados e grelhados, a hortelã é a base condimentar da cozinha árabe, estando presente em quase todas as receitas

Conta a mitologia grega que o deus Hades apaixonou-se pela ninfa Menta, mas sua mulher, Perséfone, sentiu-se traída e transformou a ninfa em uma planta, condenando-a a vegetar nas sombras das cavernas –ou na entrada do reino dos mortos.

É originária do mediterrânea

ESTRAGÃO

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Artemísia dracunculus

De sabor acentuado, essa erva é excelente no preparo de vinagretes, saladas, peixes, omeletes e molhos, principalmente Tártaro e holandês.

O termo dracunculus, dragão em latim, vem da semelhança que a raiz do estragão tem com o dragão. Acreditava-se que as plantas cujas as raízes tinham esse formato podiam curar picadas de animais venenosos.

MANJERICÃO

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Ocimum basilicum
Uma das ervas mais perfumadas e mais consumidas na culinária de vários países.
Existem inúmeras variedades: uma. Linda com flores com folhas bronzeadas, outras que cheiram a canela, limão, cânfora e anis, com flores brancas e lilás, com folhas largas e miudinhas, altas, baixinhas e quase rasteiras, usadas como ornamento e tempero.
É usado em diversos pratos, como: massas, tempero para saladas, molho de tomate, omeletes e pizzas. As folhas devem ser acrescentadas somente na finalização dos pratos.
É originária da Índia, o manjericão ou erva rainha, é uma planta quase sagrada.
Os gregos a usavam em rituais religiosos.

SALSINHA

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Petroselinum Sativum

De sabor suave, a salsinha é a erva mais utilizada em quase todas as preparações culinárias.Quando cozida , a salsinha destaca o sabor do prato principal. Era utilizada pelos gregos para coroar os vencedores dos jogos e tratamentos terapêuticos. Foram os romanos, no entanto que a introduziram na culinária. Eles a ofereciam aos convidados para evitarem intoxicação.
É usada para saborizar e junto com a cebolinha na finalização dos pratos.
É originária da Europa.

LOURO

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Laurus nobilís
Erva utilizada, especialmente na culinária francesa, tempero componente do bouquet garni, une o aroma das outras ervas de maneira perfeita.
É usado na vinhas d’alhos, nos peixes e nos feijões.
É originário do Oriente
Diz-se que o louro é a mais nobre das árvores. É símbolo da vitória, da glória e da paz, das trevas e da poesia.

COENTRO

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Coriandum Sativum

O coentro é mais um dos condimentos usados há milhares de anos.
Na culinária, faz sucesso pelo mundo inteiro. Na Índia é um dos ingredientes mais importantes do curry. Na França se usa com vegetais brancos tipo couve flor e aipo. Na Alemanha é utilizado em pães e bolos.
No Brasil seu uso maior é no nordeste e no norte, temperando peixes, caldos de peixe,
É originário da região do mediterrâneo.

CEBOLINHA

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Aliam shoenosprasum

É parceira inseparável da salsa e juntas são indispensáveis na maioria das cozinhas.
É originária da China, mas já no século XVI era facilmente encontrada nos jardins de ervas da Inglaterra, e foram os ingleses que a trouxeram para o Novo Mundo.
É usada tanto para temperar uma infinidade de pratos como para decorar.

PENNE ALLA CAPRESE , delicioso e refrescante!

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MANJERICÃO

O Manjericão (Ocimum Basilicum) é originário da Índia, quem diria heim! Eu estava certa que era uma planta tipicamente mediterrânea, mas não é. Na Índia era plantado nas portas das casas para espantar o mal olhado e em vasos para inibir a entrada de energia negativa.Considerada planta sagrada, seu nome significa “Planta do rei”.

Na antiguidade foi introduzida na Europa, onde era símbolo do amor na Itália e luto na Grécia.Existem cercas de 60 variedades em diferentes nuances de sabor e aromas. Seu sabor aromático, suave e levemente picante é o complemento ideal para tudo que leva cebola, orégano, alho e azeite de oliva. Combina maravilhosamente com tomate.
Como o seu sabor, aroma e princípios ativos se perdem com o cozimento, é conveniente adicioná-lo ao prato, no final da preparação. È muito vulnerável ao calor e queima no forno.

O manjericão é conhecido por estimular o apetite e é a mais aromática das ervas usadas na culinária.

PENNE ALLA CAPRESE

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A receita original deste prato é feito com molho cru, preparado com tomate, alho, manjericão e muçarela de búfala, mas eu acho meio enjoativo, portanto resolvi fazer uma adaptação, que por sinal, ficou bem melhor e agradou a todos que provaram.

Ingredientes:

Um pacote de macarrão serve bem cinco pessoas. A base é 100 gr para cada pessoa.

500 g de macarrão penne, grano duro
6 tomates maduros sem pele e sem sementes
2 dentes de alho
250 gr de muçarela de búfala
Folhas de manjericão
Azeite e sal a gosto

Modo de fazer:

Cozinhar a massa em abundante água fervente com sal até o ponto ao dente.

Enquanto a massa cozinha preparar o molho:

Cobrir o fundo da panela com azeite e dourar os alhos em lâminas, adicionar os tomates fatiados e dar uma rápida refogada, sem deixar os tomates desmancharem. Retirar do fogo e adicionar as muçarelas cortadas em fatias não muito finas ou muçarelinha tipo bolinha, colocar as folhas de manjericão e misturar tudo ao penne previamente cozido em bastante água e sal. O macarrão deverá estar ao dente. Sugiro preparar e servir este prato na panela Wok, pois ela manterá todos os aromas dos ingredientes.

Servir com queijo tipo parmesão ralado.

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PUDIM DE CLARAS

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Tipo de prato: doce
Tempo de preparo: 50 minutos
Rendimento: 8 pessoas

O QUE FAZER COM AS CLARAS?

Que tal um delicioso e suave pudim de claras? Aquela sobremesa que de tão leve desmancha na boca!

Doce criado exatamente com as sobras das claras, assim como também, os suspiros e as diversas variações de merengues.

PUDIM DE CLARAS

Ingredientes:

Para cada clara, utilizam-se 2 colheres (sopa) de açúcar
Por ex: 10 claras – 20 colheres de açúcar
6 claras – 12 colheres de açúcar
5 claras – 10 colheres de açúcar

Modo de fazer:

Bater na batedeira as claras até o ponto neve. Adicionar aos poucos o açúcar, sem parar de bater até obter um suspiro firme. Se gostar, podem-se adicionar raspas de limão.

Transferir o suspiro para uma forma caramelada.

CARAMELO

Ingredientes:

1 copo de açúcar
½ copo de água

Modo de fazer:

Colocar o açúcar em uma panela e levar ao fogo. Deixar derreter para formar o caramelo. Não mexer no início, apenas quando começar a aparecer nas laterais o açúcar derretido, aí mexer até o final, procurando deixar o caramelo bem homogêneo. Depois de tudo bem derretido, colocar a água e manter a panela no fogo para fazer a calda.

O ponto ideal é uma calda cremosa, mas não muito grossa.
Despejar a calda na forma de pudim e caramelar todas as laterais e o fundo, deixando toda a forma bem coberta com o caramelo.

Quando a forma estiver devidamente caramelada, colocar o suspiro enchendo apenas ¾ da altura da assadeira. Cuidado para não encher até a borda.
Pegar a forma e colocar dento de outra assadeira maior já com água fervente, pois o pudim deverá assar em banho Maria em forno preaquecido a 180°C por cerca de 30 a 35 minutos. O pudim deverá ficar dourado por cima.

Retirar do forno e deixar amornar para ser desenformado com êxito, pois se ainda estiver quente, poderá quebrar e se estiver frio, poderá não soltar da forma.

O pudim de clara, quando esfria, sempre murcha um pouquinho, mas não deve ficar abaixo do nível da forma.

Colocar um prato por cima da forma e virar de uma vez. Levantar a forma delicadamente para o pudim se soltar aos poucos. Levar à geladeira para gelar.

VARIEDADES DE CALDAS QUE PODEM ACOMPANHAR O PUDIM DE CLARAS

A minha amiga Christine Carvalho, costuma servir o pudim de claras com a seguinte cobertura que fica maravilhosa!

CALDA DA CHRIS

Ingredientes:

½ ml de leite
3 gemas
3 colheres (sopa) de açúcar
1 colher (sobremesa) de amido de milho
Essência de baunilha

Modo de fazer:

Bater as gemas com o açúcar até ficar uma gemada clara e leve, perfumar com gotas de baunilha.
Reservar ½ xícara de leite e levar o restante para ferver.
Dissolver o amido de milho na xícara de leite e despejar ao leite fervente, mexer bem até engrossar. Retirar do fogo e despejar a mistura sobre a gemada mexendo bem. Colocar em uma molheira. Deixar gelar e servir com o pudim.

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BOLO DE CENOURA COM FARINHA INTEGRAL E AÇÚCAR MASCAVO

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Ingredientes:

4 ovos
2 cenouras médias
1 xícara ( chá) de óleo
1 xícara (chá) de açúcar
1xícara ( chá ) de açúcar mascavo
1 xícara ( chá) de farinha de trigo
1 xícara ( chá) de farinha integral
1 colher ( sopa) de fermento em pó

Modo de fazer:

Préaquecer o forno a 180 graus.
Untar com manteiga uma forma de buraco no meio e enfarinhar.
Bater no liqüidificador, os ovos, o açúcar e o óleo.
Desligar o liqüidificador e adicionar as farinhas e mexer à mão, por último juntar o fermento, mexer levemente e despejar a massa na forma.
Levar ao forno e assar por cerca de 30 a 40 minutos.
Fazer o teste do palito (enfiar o palito no bolo e ao sair seco, estará pronto)
Deixar amornar e desenformar.

CAlDA (opcional)

Fazer um brigadeiro mole com 1lata de leite condensado, 1 colher ( sopa) de manteiga e 2 colheres ( sopa) de chocolate do padre.

STROGNOFF DE FILÉ MIGNON

20130816-142150.jpgTipo de prato: principal
Tempo de preparo: 30 minutos
Rendimento: 6 pessoas

Ingredientes:
1kg de filé mignon
4 colheres (sopa) de manteiga
2 cebolas raladas ou picadas
1/2 colher (sopa) de sal
2 colheres (sopa) de farinha de trigo
3 colheres (sopa) de molho inglês
1/2 xícara (chá) de conhaque
200g de cogumelos frescos fatiados
1 colher (sopa) de mostarda Dijon
3 colheres (sopa) de catchup
500 ml de creme de leite fresco

Modo de fazer:

Picar a carne em tirinhas finas, temperar com molho inglês e envolver com a farinha de trigo. Deixar descansar por 15 minutos.
Fatiar os cogumelos e refogar no azeite e alho picado.
Derreter metade da manteiga em uma frigideira grande ou na panela Wok. Fritar a carne, aos poucos, em fogo alto, sem deixar juntar suco. Retirar a carne, colocar na frigideira a manteiga restante e dourar a cebola. Juntar a carne, temperar com o sal. Adicionar o conhaque, deixar aquecer e inclinar levemente a frigideira, para que o conhaque incendeie. Deixar flambar até acabar a chama, juntar os champignons, tampar e deixar por alguns minutos.
Acrescentar a mostarda e o catchup, misturar bem. Abaixar o fogo tornar a tampar e deixar por cerca 5 minutos. Incorporar delicadamente o creme de leite e deixar tomar gosto. Se estiver usando o creme de leite em lata, retirar do fogo antes de ferver.
Servir acompanhado com arroz branco e batata palha.

Algumas sugestões:
Strogonoff de Carne feito na panela de pressão

Ingredientes:

500g de carne em cubos (alcatra, colchão mole ou patinho)
2 colheres (sopa) de manteiga
1 cebola ralada
3 colheres (sopa) de catchup
1 colher (sopa) de molho inglês
1 colher (sopa) de mostarda
1 copo de água
1 caixa de creme de leite
sal a gosto

Modo de fazer:

Na panela colocar a manteiga e dourar a cebola. Em seguida fritar a carne e adicionar o catchup, o molho inglês, a mostarda e o sal.
Deixar refogar, adicionar meio copo de água.
Tampar a panela e assim que pegar pressão contar 20 minutos e desligar o fogo.
Misturar o creme de leite e está pronto.

Se quiser acrescentar cogumelos frescos é só refogar os cogumelos com azeite e alho e quando amolecerem um pouco juntar ao strognoff antes de colocar o creme de leite, que poderá ser fresco ou em lata.

SALADA DE LEGUMES servida em folhas de radicchio

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Ingredientes:

4 batatas
2 cenouras
2 ovos cozidos
1 maçã
Algumas folhas de radicchio
1 cebola pequena
Azeite, sal e vinagre balsâmico a gosto
Pimenta do reino e orégano gosto

Modo de fazer:

Cozinhar as batatas e as cenouras em cubos, ao dente.
Misturar com os ovos cozidos e a maçã picados, com as folhas de radicchio picadas, com a cebola em meias rodelas finas e temperar com o sal, azeite e o vinagre.
Pode-se utilizar maionese.
Misturar tudo muito bem.
Separar algumas folhas de radicchio para servir a salada nelas

Variação
A salada de batata pode receber vários ingredientes, conformar o gosto de cada um.

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Zeppole (o doce de S. José)

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Nas ruas de Nápoli, 19 de março é um dia muito especial. Celebra-se o glorioso São José, carpinteiro de alma nobre, marido da Virgem Maria. Rezam-se muitas missas e realizam-se inúmeros festejos devotados ao santo. Tradição também em várias cidades italianas e mundo afora, mas é na bela e caótica capital da Campânia, Nápoli, que a comemoração religiosa confunde-se com um festejo da gula. É inclusive o dia de comer Zeppole, doces irresistíveis. Aliás, como nunca se consegue comer uma só, a palavra não é usada no singular, Zeppola e sim no plural, Zeppole.

As Zeppole são rosquinhas fritas com muita precisão para que fiquem douradas por fora e uma massa muito macia por dentro. Os recheios e coberturas podem variar segundo gosto do confeiteiro e da região.

Não se sabe ao certo quem inventou as Zeppole. A receita é uma antiga tradição, mas o homem que resolveu colocar uma frigideira na calçada para aguçar o apetite dos transeuntes que iam à igreja para fazer suas preces a São José era um famoso confeiteiro do local. Em 1840, Pasquale Pintauro resolveu usar do artifício e obteve sucesso absoluto.
Nesses mais de 150 anos, a receita se aprimorou. No Brasil as versões existentes foram trazidas na bagagem e na memória dos italianos do Sul, imigrantes que adotaram uma nova pátria.

Inúmeras são as receitas, aqui vai uma que é sempre preparada pelos meus amigos, o casal:

Joanina Cascino Grimaldi e Mário Grimaldi

Ingredientes:

1 Kg de batatas cozidas e espremidas
60 gr de fermento fresco para pão
1 ovo inteiro
1 colher (sopa) de açúcar
300 gr de farinha de trigo

Modo de fazer:

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Dissolver o fermento no açúcar.

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Misturar com a batata espremida, juntar o ovo e a farinha aos poucos. Amassar até pegar o ponto.

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Deixar descansar por cerca de 1 hora.

Depois de crescida fazer rosquinhas e fritar em óleo bem quente.
Passar em seguida no açúcar e canela

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Tabule, uma iguaria libanesa!

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Tipo de prato: salada
Tempo de preparo: 35 minutos
Rendimento: 6 porções

Ingredientes:

1 xícara (chá) de trigo para quibe
3 tomates vermelhos firmes picados em pedaços pequenos
1 cebola picada
1 xícara ( chá) de salsinha picada
1/2 xícara ( chá) de hortelã picada
1 colher ( chá) de pimenta Síria
4 colheres ( sopa) de azeite
Suco de 1 limão
Sal a gosto

Modo de fazer:

Deixar o trigo de molho com água por 30 minutos
Enquanto isso, misturar o tomate picado com a cebola, a salsinha, a hortelã e reservar.
Escorrer o trigo, tirando muito bem a água e misturar com os ingredientes reservados.
Adicionar a pimenta Síria, o suco de limão, o azeite e o sal.
Arrumar numa travessa e servir.

Variação
Pode adicionar um pepino picado em cubos e servir com folhas de alface.

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Torta de ricota com geleia de morango

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Ingredientes:

500g de ricota fresca
1 lata de leite condensado
1 colher de sopa de amido de milho (maisena)
3 gemas
3 claras em neve

Modo de fazer:

Bater as claras em neve e reservar.

Bater no liquidificador a ricota, o leite condensado, o amido de milho e as gemas, misturar delicadamente as claras em neve. Despejar em um pirex untado e enfarinhado, levar ao forno médio durante mais ou menos 40 min. Deverá ficar levemente dourada.
Quando estiver fria cobrir com geléia de morango ou framboesa.

Uma dica interessante é usar geléia de cupuaçu que fica muito gostoso e bem diferente, além de ser super elegante!
Servir bem gelada. Aconselho fazer de um dia para o outro.

Pé de moça, impossível comer um só!

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Aproveitando as festas juninas, um docinho prático, delicioso e crocante.

Tipo de prato: doce
Tempo de preparo: 20 minutos
Rendimento: 40 docinhos

Ingredientes:

1 lata de leite condensado
1 colher de sopa de manteiga sem sal
2 colheres de sopa de chocolate em pó ( do padre)
1pacote de bolacha mãozinha ou maria
500 gr de amendoim torrado e descascado ( recomendo comprar o amendoim já torrado e descascado).

Modo de fazer:

Misturar muito bem o leite condensado com a manteiga e o chocolate.
Adicionar a bolacha triturada, mexer e juntar o amendoim, mistura bem.
Untar com manteiga uma forma e espalhar a massa e alisar com as costas de uma colher que deve ser sempre molhada com água para deslizar bem.
Levar à geladeira por no mínimo 2 horas.
Cortar com uma faca os pedaços pequenos e passar no açúcar refinado.